SINPROF considera precipitado a retoma das aulas em Julho, em Luanda

Para o Sindicato nacional de professores a decisão de retomar as aulas no dia 13 de Julho é uma decisão um pouco precipitada porque segundo a representante do SINPROF em Luanda, que falava a TV ZIMBO as escolas não tem condições suficientes para dar garantias de segurança aos seus alunos.

A mesma frisou que a maior parte das escolas no País não tem a higiene considerável para suprimir com os requisitos que consta no decreto, ainda adiantou que a maior parte das escolas na capital não tem agua canalizadas, o que impossibilita cumprir com umas das regras de Biosegurança.

SINPROF considera precipitado a retoma das aulas em Julho, na Huila

A representante do SINPROF também mencionou que a melhor solução seria retomar em Setembro, a representante acha que neste mês a maior parte dos cidadãos Angolanos já tiveram feito o teste e já saberiam quais são os seus resultados.

Já o representante do SINPROF na província da Huila defendeu que os governantes deviam ser mais sérios se nós quisermos ter uma educação com mais qualidade, uma educação que amanhã apareça para resolver os problemas, como estamos agora nesta situação do COVID-19, que os técnicos deviam aparecer para pesquisar, qual é o Antídoto para encontrarmos a solução desta doença, mas infelizmente os nossos engenheiros aparecem para a fabricação de sabão, que é uma pouca vergonha para um País que tem os recursos que tem como Angola.

O representante do SINPROF na Huila também mencionou a questão sobre a agua corrente e frisou que nenhuma escola na província da HUILA tem agua corrente e ainda disse que as que se pode dizer que tem agua corrente, são algumas escolas que tem uma torneira fora e as vezes jorra agua.

Continuo afirmando que isto está a se falar de zonas não perifericas e se formos para as periferias como seria? as periferias que as pessoas deixam de ter agua quando a chuva cessa, onde vamos tirar as condições exigidas para retomar as aulas?, perguntou.

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DO ENSINO PRIVADO

Já a associação Nacional do ensino privado garantiu que estão criadas as medidas necessários para retomar as aulas.

De acordo com o presidente da ANEP, Antonio Pacavira, todas as instituições do ensino privado no nosso País, estão a tomar todas as exigências para que os alunos voltem as aulas.

Está tudo criado, nós garantimos aos encarregados que queremos construir confiança, porque o momento agora obriga-nos a querer entrar em um processo de criação de confiança, porque as pessoas vivem desconfiadas mas devemos pensar que essa pandemia pode durar, 2, 3 anos e também devemos pensar que há vacina que surgiram no mundo depois de 3, 4 anos, frisou o presidente.

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